As Centrais Sindicais entram na reta final de preparação da 8ª Marcha da Classe Trabalhadora, ato unitário que será dia 9 de abril, em São Paulo, com o objetivo de destravar as negociações da Pauta Trabalhista.
Convocados pelas Centrais, sindicalistas e trabalhadores de diversas categorias ocuparam terça (18) a Praça Ramos de Azevedo, na região central, para o lançamento da Marcha.
Também participaram dirigentes da CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, CTB e CGTB, que reforçaram as bandeiras trabalhistas. Os sindicalistas abordaram ainda outros temas, que afetam a vida do trabalhador.
Em contato com a Agência Sindical, o secretário-geral da CGTB, Carlos Alberto Pereira, destacou que as reivindicações estão estruturadas em dois blocos: a Pauta Trabalhista (fim do Fator Previdenciário e jornada de 40 horas, entre outras) e as questões sociais, como a garantia de recursos para saúde e educação.
“Nossa mobilização tem o objetivo de cobrar o que nos foi prometido na campanha eleitoral passada, aquilo que nos permitiu convencer os trabalhadores a eleger o atual governo”, ressaltou Pereira. "Queremos sensibilizar também os parlamentares do Congresso Nacional, para que nossas reivindicações sejam atendidas”, completou.
Pereira convoca os trabalhadores a ocupar as ruas, a fim de denunciar o descaso com a Pauta Trabalhista e cobrar o fim da privatização do pré-sal, a redução dos juros e do superávit primário.
Marcha - O ato nacional sairá da Praça da Sé, às 10 horas, em passeata até o vão livre do Masp, na Avenida Paulista. Haverá ainda atividades em outras cidades e capitais do País.
Mais informações: sites das Centrais
Fonte: Agência Sindical