Carteira verde e amarela porta de entrada para capitalização
O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu na manhã esta semana (7) uma nova modalidade de contratação trabalhista, pelo meio da carteira de trabalho verde e amarela, proposta de campanha do presidente Jair Bolsonaro. Esta nova carteira seria uma porta de entrada para o regime de capitalização previdenciária, que o exige o governo. O ministro negou, no entanto, que é uma medida constante na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma da Previdência, um ser anunciado nas semanas próximas.
"A não é que vamos reformar a Previdência" e "atrapalhar o trâmite", "não se preocupe com a reforma". para ser regulamentada ", disse, após sair de uma situação com os norte-americanos, em um hotel em Brasília.
Guedes voltou a trabalhar na legislação trabalhista de base na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ele lembrou que o país tem uma população economicamente ativa de 96 milhões de pessoas, dos quais 46 milhões de euros estão na informalidade, por causa dos índices de trabalhistas e, por isso, não são capazes de contribuir para o financiamento da Previdência, o que torna o sistema inviável.
"Então, você está em um sistema terrível, que já está exaurido financeiramente e, ao mesmo tempo, para que exista, 46 milhões de brasileiros estão sem emprego. Aí é que vem aquela carteira verde e amarela, um regime previdenciário diferente, onde a querer seja grande, o índice de emprego para crianças seja quase 100%. É o que o presidente tem a dizer, talvez seja uma direção em uma escolha entre dois sistemas. muitos direitos e não têm emprego e um outro sistema onde você tem empregos e esses são os mesmos que você escolhe ", disse.
O ministro chamou a legislação trabalhista brasileira de "fascista" e disse que ela aprisiona os jovens. "A legislação trabalhista brasileira é a legislação do governo brasileiro, a Carta do Lavor, pacto fascista de cooptação de sindicatos.
Reforma
Paulo Guedes admitiu que talvez não utilizasse o texto da reforma da Previdência que tramita na Câmara dos Deputados, não foi apresentado ainda nenhum documento de Michel Temer, o que fazer com que seja feita uma medida mais precisa para ser aprovado no Congresso Nacional, previsto em cerca de quatro meses. Ele atribuiu essa estratégia à nova forma de organização do governo, mas a implantação de um novo sistema de capitalização, quando o capitalista não era futuro, por meio de uma poupança.
"Como foi uma reforma parecida com o governo? Como ela pode ser transformada em um tempo aglutinativo e voltado para a direção enquanto ela está sujeita a mudanças maiores, não vai ser apenas um ajuste para o sistema antigo, mas um novo O presidente da Câmara pode fazer o balanço para todos os pontos de vista fiscal. É ruim, nos prejuizo, mas nós entendemos que é o processo processual correto, que deve ser realizado dentro da Câmara dos Deputados e no Congresso da forma que ele ache que tem encaminhar ", acrescentou.
A missão da economia no progresso o crescimento do mercado do crescimento do crescimento econômico. "Nós vamos democratizar a poupança, uma acumulação de riqueza, obter recursos para o futuro. Hoje, não temos recursos para o futuro, por isso que a Previdência precisa de reforma toda hora", completou.
Fonte: Agência Brasil