O economista Márcio Pochmann criticou a continuidade da agenda neoliberal indicada pelo governo de Jair Bolsonaro.
"Neoliberalismo preserva ricos, enquanto arrasta classe média ao precariado e retira direitos dos pobres que parecem aceitar o falso destino, anestesiados que estão pela sensação de estarem só frente ao Estado que insinua atuar contra todos. Nada mais alienante que ativismo de sofá", escreveu o estudioso no Twitter.
Pochmann aproveitou para dizer que, "com o possível fim da política industrial, apontado pela reorganização neoliberal do governo Bolsonaro, 10 grandes associações patronais sugerem a criação do Ministério da Produção, Trabalho e Comércio, podendo ser a 'pá de cal' na Era Vargas de dualidade entre capital e trabalho".
Fonte: Brasil247