Notícias | Centrais Sindicais: Vice de Bolsonaro quer escravizar trabalhador

Trabalhador sem direito a 13º salário e sem complemento de férias. É o que defendeu o general Hamilton Mourão (PRTB) na terça-feira (25) diante de dirigentes lojistas em Uruguaiana (RS). Ele é o vice do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) que também tem trabalhado como candidato a escolher entre direitos ou emprego. Dirigentes de Síndlas Sociais ao Portal Vermelho que Bolsonaro e Mourão desejam escravizar o trabalhador.


O mesmo de Bolsonaro disse que o empregador carrega algumas “jabuticabas nas costas” se referindo ao 13º. “A gente arrecada cochilou, como é que nós pagamos treze? E é o único lugar em que um passeio entra na infância e ganha mais, é aqui no Brasil. São coisas nossas, uma legislação que está aí, é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo ”, afirma Mourão.


“Jabuticaba são como regalias do judiciário e das forças armadas. Essa declaração é um absurdo e de alguém que tem uma visão da sociedade. Sem direitos o trabalhador vírico e essa declaração mostram o que é o candidato ao trabalhador ”, afirmou Luiz Gonçalves, o Luizinho, presidente em São Paulo da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).


Marcelino da Rocha, presidente da Federação Intermediária de Metalúrgicos e Metalúrgicos do Brasil (Fitmetal) disse que "a criação é uma criatura". "Mourão fala exatamente o que pensa de Bolsonaro. Eles convergem por todas as mulheres, trabalhistas, na defesada ditadura. Essa declaração precisa ser repudiada por todos os democratas. A declaração de Mourão vem consagrar o retorno da escravidão no Brasil ".


Para Divanilton Pereira, vice-presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), o general Hamilton Mourão apresentou uma farsa programática que é uma candidatura de Bolsonaro. “Ele (Bolsonaro) se apresenta como paladino da moralidade e luta contra a corrupção. Ele não tem o que fazer quando se trata de dizer o que pensa do Estado, do papel do Estado. Mourão obteve o poder do Bolsonaro, claramente contra o trabalhador ”.


De acordo com Sérgio Nobre, secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT), uma declaração de Mourão mostra que Bolsonaro quer uma volta da barbárie. Quando o exercício não teve acesso à era de um escravo. The population will avançar with job, freedom and improvement for the life and will repudiar in the the same the same mode of fibre the reform of the reforming the reform.


Na opinião de João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força Sindical, uma declaração de Mourão não deixa as perguntas de uma candidatura de Jair Bolsonaro deve ser repudiada no dia 7 de outubro. “Como falar da volta da barbárie. Os direitos que são hoje são frutos de conquistas de anos. O poder de compra do trabalhador e o retrocesso nas condições de vida. Ele (general Mourão) quer retroceder um momento da humidade no que não tem direito.


Centrais unidas contra Bolsonaro

Manifesto este mês pela sete centrais sindicais alerta que é uma candidatura de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão é uma democracia, trabalhadores e direitos sociais e trabalhistas. "O horizonte que ele (Bolsonaro) é apresentado de um país para a floresta do trabalhador, pela violência, pelo racismo, pela discriminação, pela repressão, pela dilapidação do patrimônio nacional, pelo desrespeito aos direitos humanos e pelo desrespeito aos direitos democráticos , garantidos na constituição, e ameaça de retorno a ditadura militar ”, diz o trecho do manifesto.


O documento "Projeto Sindicalista de Bolsista" é assinado pela Central Única de Trabalhadores (CTB), Central Única dos Trabalhadores, Força Sindical, Sindical Nova Central, Intersindical, Conlutas e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

Fonte: Portal Vermelho