Notícias | FERNANDO HADDAD DEFENDE DIREITOS E AMPLIA APOIOS SINDICAIS

CID, Força, CTB, Nova Central, CSB e Intersindical reuniram-se na tarde desta quarta-feira (10) em São Paulo, com Fernando Haddad e Manuela Dávila, fim de debater o segundo turno e reforçar a pauta trabalhista sem debate eleitoral.


Publications in the public site is also available in the world programmes. The document - "Por que a classe trabalhadora deve eleger Haddad" - defende uma democracia, os direitos trabalhistas e a soberania nacional.


Na Carta, como Centrais que se traduzem em urgência de combater o desemprego, as políticas sociais, bem como valorizar como aposentadorias. O texto critica “a profusão de notícias falsas e a disseminação do ódio”.


Juruna - Secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna) adianta que o sindicalismo sindical pró-Haddad vai apressar o jornal voltado aos trabalhadores. “O que é que as condições, clima e as forças para fazer o resultado do primeiro turno. Por que partidos importantes de centro estão isolados com Haddad ”, comenta Juruna.


Em sua fala, Fernando Haddad reforçou o diálogo de diálogo permanente com as organizações sindicais e outras entidades do setor produtivo e representativas da sociedade.

 

Leia a Carta:

MOVIMENTO SINDICAL EM DEFESA DOS DIREITOS TRABALHISTAS E DA DEMOCRACIA

PORQUE A CLASSE TRABALHADORA DEVE ELEGER HADDAD


Em 28 de outubro teremos uma eleição decisiva para o futuro da classe trabalhadora brasileira. De um lado, Fernando Haddad, um candidato comprometido com a democracia, os direitos sociais e a soberania nacional. Do outro, um candidato que encarna o autoritarismo, a desnacionalização da economia e a extinção dos direitos sociais e trabalhistas, com consequências diretas na vida dos trabalhadores e das trabalhadoras, como desemprego, a precarização do trabalho, redução dos direitos e da qualidade de vida.


Jair Bolsonaro defende os interesses de grandes corporações nacionais e estrangeiras, seu projeto privilegia o mercado financeiro sobre qualquer outro setor da sociedade. Sua intenção de supressão dos direitos dos trabalhadores é tão flagrante que o candidato afirmou que, se eleito, vai criar uma “nova” carteira de trabalho em contraposição à atual. Com esta fantasiosa carteira, o empregado não terá nenhum dos direitos previstos na CLT como férias, 13º salário e licença maternidade.


O programa de governo de Haddad está em sintonia com os interesses da Nação e do nosso povo. Propõe a revogação da reforma trabalhista e da Emenda Constitucional 95, que congelou os investimentos públicos por 20 anos. Propõe a retomada do desenvolvimento e crescimento econômico, com distribuição de renda, inclusão e justiça social e redução do desemprego. Defende o fortalecimento e a valorização da agricultura familiar e do salário mínimo, o combate da precarização do mercado de trabalho, a democratização dos meios de comunicação e uma política externa soberana.


Haddad está comprometido com a valorização das estatais, das empresas e bancos públicos, redução dos juros, isenção do imposto de renda para trabalhadores e trabalhadoras que ganham até cinco salários mínimos e de impostos para os mais pobres, manutenção da Previdência Social como política pública e a valorização das aposentadorias. O fim das privatizações e a valorização de todo setor energético, com a consequente redução das tarifas de combustíveis, luz e gás, também são compromissos já firmados.


Há uma massa de trabalhadores, desempregados e desalentados, sendo iludida pelo canto de sereia, desorientada pela profusão de notícias falsas e disseminação do ódio. Por isso, conclamamos uma reflexão pela democracia e por um futuro melhor para todos e todas.


Fernando Haddad personifica a democracia e a possibilidade de lutarmos por mudanças que o povo reclama e anseia: educação e saúde públicas de qualidade para toda a população, moradia, segurança, democracia, soberania e bem-estar social. Haddad colocará o povo brasileiro em primeiro lugar.


Por todas essas razões, as centrais sindicais brasileiras estão unidas neste segundo turno com Fernando Haddad. E, com a certeza de que Haddad é o melhor candidato, conclama a classe trabalhadora e o povo brasileiro a participar da campanha e votar para eleger Haddad o próximo presidente do Brasil.


Somente juntos conseguiremos defender a democracia, a soberania nacional e a valorização do trabalho e da classe trabalhadora.


São Paulo, 10 de outubro de 2018.

 

Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores - CUT

Miguel Torres , presidente da Força Sindical

Ricardo Patah , presidente da União Geral dos Trabalhadores - UGT

Adilson Araújo , presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB

José Avelino Pereira (Chinelo) , presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros - CSB

José Calixto Ramos , Presidente Nova Central Sindical dos Trabalhadores - NCST

Edson Índio , secretário-geral da Intersindical

Fonte: Agência Sindical